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Jade Maranhão. Tecnologia do Blogger.
domingo, 29 de agosto de 2010

A imagem e a mensagem do objeto: Ecobags

Por Priscila Guimarães.

Atualmente, o tema “Sustentabilidade” vem instigando novas ideias em diferentes áreas, na moda essa temática não fica de fora. Prova disso são aquelas sacolas - que não são de plástico, e que podem ser reutilizadas várias vezes. Estou falando das Ecobags, sacolas de compras retornáveis que se tornaram frisson no mundo fashion.
Hoje temos o hábito de usar sacos de plástico para quase tudo que compramos. Atualmente, são utilizadas 500 bilhões de sacolas no mundo, 1 milhão por minuto. No Brasil são utilizadas 1 milhão de sacolinhas por mês, 66 por brasileiro, tornado-se 10% do detrito coletado no país, ou seja, 210 mil toneladas de sacolinhas .(fonte: FAPESP, 2008). Por isso, torna-se mais que necessário uma reflexão sobre o assunto e a Ecobag mostrou-se um recurso interessante para a ocasião.
Mas, para ser uma autêntica Ecobag, sua fabricação requer materiais 100% biodegradáveis, fabricada com fibra de origem vegetal celulósica, além de ter beneficiamento com tintas à base de água sem solventes derivados do petróleo. Também há as fibras de animais, tipo protéicas, que possibilitam um produto natural, mas o custo benefício não seria o esperado.
Sacola com fibra CO (algodão) da VERT
A onda das Ecobags começou com a design inglesa Anya Hindmarch, pode se dizer que foi a idealizadora da Ecobag fashion junto do movimento We AreWhat
We Do e em 2007 lança uma bolsa com a seguinte frase “I’m not a plastic bag” que depois conquistou celebridades e virou item de moda. No início a bolsa era vendida por 5 libras em supermercados londrinos e logo depois que a moda pegou subiu pra 250 libras em sites de moda.
Hoje muitos estilistas tornaram-se adeptos do movimento, que na verdade tornou-se uma tendência.
By Anya Hindmarch (2007)


Yves Saint Laurent resolveu distribuir o catálogo da coleção Manifesto YSL Outono/Inverno 2009/2010 junto com uma ecobag desenhada por Stefano Pilati, diretor criativo da grife.




Lilian Pacce, jornalista e crítica de moda, aproveitando o momento das Ecobags resolveu realizar uma exposição no Porão das Artes no Parque Ibirapuera denominada
“Eu não sou de Plástico”,2008. A ideia partiu de um convite para que estilistas desenvolvessem Ecobags e alertar a sociedade para a substituição de sacolas plásticas por sacolas de compras reutilizáveis.
O resultado foi a confecção de 120 bolsas desenvolvidas por estilistas de peso como Alexandre Hercovith, Blue Man, Carlos Miele, Huis Clos, Juliana Jabour, Mário Queiroz, Neon, Rosa Chá, Isabela Capeto, Osklen, entre outros. A exposição resultou em um livro de fotografias com as fichas técnica das bolsas intitulado “Ecobags – Moda e Meio Ambiente” em parceria com a Editora SENAC e da Secretaria do Verde e do meio Ambiente da prefeitura de São Paulo.


Mais uma vez cabe aos designers um estudo aprofundado no assunto, tanto na leitura de imagens como do código da escrita. Frases divertidas associadas às imagens persuasivas podem de alguma forma transportar um significado, e se tratando de Ecobags a mensagem seria: “Preservar está na moda, e essa moda não pode passar”.












Bibliografia
PACCE, Lilian, Ecobags – Moda e Meio Ambiente. Editora, SENAC , (2009). SP
FREIRE FILHO, Alexandre Costa de Luna : Morfeu e Apolo: a racionalização do sonho publicitário. Recife. 2004. 68 folhas.
LEZECK, Hendrick. Tecnologia Têxtil (Apostila Universidade Federal do Ceará), CE, 2010.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As Jóias de Antônio Rabelo

Hoje a dica é a seguinte:
Vá até a UniFor, desça no Espaço cultural e visite a exposição do Designer de Jóias Antônio Rabelo.


As peças estão reunidas em oito coleções: Sertão, Homem e Natureza, Sonho, Rio das Pedras, Cactus, Cristais, Majé e Rupestre. As jóias têm como inspiração a terra natal de Antonio Rabelo, Quixeramobim, aonde hoje é seu centro de produção. Ele se utiliza de materiais inusitados como couro de bode, espinhos de mandacaru, fios de prata em crochê... Um trabalho essencialmente manual que envolve a família e amigos do artista.


 
Couro de Bode e Espinhos de Mandacarú. Lindo, não?!


 



A exposição ficará aberta ao público dos dias 25 de agosto  a 19 de setembro de terça a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010

R Design CE


Alô, você estudante ou profissional que trabalha com Design, está chegando o R Design Ceará. 

Conhecido popularmente como R Design, o Encontro Regional de Estudantes de Design é um evento anual e itinerante de cunho científico, político e cultural. O evento não tem fins lucrativos e visa a integração acadêmica, a caracterização e a promoção da atividade de design, reunindo estudantes, professores, pesquisadores, profissionais e empresas.OBJETIVOSO objetivo geral do evento é promover o maior encontro de design das instituições de ensino superior da regional Norte/Nordeste. No período entre os dias 8 e 12 de outubro de 2010, serão realizadas atividades que busquem alimentar as discussões de ordem profissional, acadêmica e política sobre o fazer design.CONCEITO - EM BUSCA DA RAPADURA PERDIDA: O JOGONo seu processo de trabalho, o designer se depara com três momentos: problema, solução e resultado.A rapadura é o instante da metodologia que dá inicio às ações que o levarão ao resultado. Nessa busca temos a peça do jogo que sempre irá atrás da rapadura: o designer. “Em Busca da Rapadura Perdida” é esse jogo. E o R Design CE 2010 é o cenário dessa partida que permite seus participantes encararem esse conceito-jogo.



E pra animar a galera vai ter festinha nessa sexta dia 27/08!
Não percam...


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

MaxiModa 2010

Por Syomara Duarte

No dia 20 de agosto de 2010 foi apresentado o terceiro Seminário de Marketing de Moda do Nordeste, o MaxiModa, idealizado e realizado por Márcia Travessoni e toda a equipe da 333 Propaganda. As senhas de apresentação do seminário foram expressas por Reinvenção, Recomeço, Renovação e Renascimento, claramente associadas a cada um dos palestrantes do dia. Entremeado por brindes, intervalos e participação de apoiadores, aconteceu com a mesma pontualidade e funcionamento das duas versões anteriores, louvável para uma cultura que naturalmente peca por excesso de desajuste nesses quesitos.
Platéia completa na sala número oito do Cine Iguatemi, apresentou-se Crib Tanaka, responsável pelo reposicionamento da marca Espaço Fashion e nos falou da experiência em transformar a loja em uma marca. O caminho percorrido mostrou um começo de conhecimento do produto e do cliente na busca de estratégias para que a relação da marca pudesse chegar a seu público por meio de lookbooks, catálogos e site que mostrassem uma qualidade superior e coerência de linguagem. Daí tudo bem, os conhecedores do processo podem verificar que essas metas são corretas ao ofício. Mas até aí o convencional e esperado transforma-se numa avalanche de mídias que Tanaka nos apresenta e conduz sua fala para que vejamos como essas maneiras convencionais de trabalhar o marketing se transformam no mundo desmaterializado da informação contemporânea. E nada de achar que essa maneira de encarar as novas mídias é apenas divertimento do mundo virtual. Elas têm base em pesquisas formais e estatísticas reais do funcionamento e do público que as acessa. De posse dessas informações a equipe de três membros revolve idéias e formas para levar o máximo e o melhor da informação, primeiro de maneira virtual, conquistando e estimulando a curiosidade e o desejo dos clientes, depois na realidade palpável dos produtos em lojas, vitrines e desfiles. Assim se dá a REINVENÇÃO do Espaço Fashion por Crib Tanaka.
Renato Kherlakian chega durante o segundo momento da manhã para contar o RECOMEÇO do jeans. Pioneiro no Brasil da década de 1970, ele tirou o melhor da descontração dos hippies no Rio de Janeiro e começou com uma loja de peças criadas artesanalmente e que já demonstravam uma versão de atitude em forma de moda. Atitude que marcou o jeans da ZOOMP, a marca do raio (símbolo da logomarca) que Kherlakian pôs no mercado de moda quando este ainda engatinhava no Brasil. Segundo ele, moldar o corpo da brasileira ajudou a reforçar a imagem da mulher, e essa imagem acompanhou sua marca por 32 anos, quando a vendeu. Com a venda da Zoomp, Renato vendeu uma das marcas mais lembradas pelo trabalho de modelagem (vendia números intermediários, algo um tanto raro para roupas), simplicidade e qualidade das peças. Mostrou um vídeo de 25 minutos, realizado para comemorar os 25 anos da Zoomp, no qual figuram nomes da moda brasileira, cada qual com suas memórias quanto à marca. Outro nome que criou foi mostrado nesse vídeo, a Zapping, derivada da Zoomp e que fazia menção ao ato de zapear por controle remoto. Ensaiou apresentar seu novo trabalho e mostrou algumas peças em jeans, mas não desenvolveu em detalhes, talvez em parte pelo contrato de venda da Zoomp, que pregava um intervalo em possíveis marcas que fizessem concorrência à que fora vendida. Aguardaremos as novidades propostas pelo mestre do jeans, que marcou a história da moda brasileira nesse setor.
A vinda de Alexandre Birman na tarde de palestras nos mostrou em palavras e imagens o dinamismo desse jovem empresário, atento à história de suas marcas e às novidades trazidas pela RENOVAÇÂO constante no pensar. Começou pela conhecida Arezzo e confessou que a escolha do nome foi ao acaso, utilizando o mapa da Itália e escolhendo uma das cidades. Nascida como empresa familiar, a Arezzo partiu para a terceirização após expandir, e em um momento posterior teve sua fusão celebrada com a Schutz, marca criada por Alexandre. A Schutz foi criada previamente para desenvolver produtos masculinos, para logo depois focar no público feminino. Com o desenvolvimento da marca, Alexandre nos diz que ampliou suas possibilidades a partir de pesquisas formais (novamente a ciência dá o tom ao mercado fashion durante o seminário), um forte trabalho de branding e investimento voltado para a área de comunicação. Suas campanhas têm a qualidade presente na Arezzo, que investiu no trabalho com artistas brasileiros de renome, com o diferencial de que foca em um público um tanto mais ousado. As lojas estão ganhando espaço nas ruas e shoppings refinados de capitais e levam a imagem previamente rotulada de “temporary stores” (lojas temporárias). A composição foi marcante e significativa para tornarem-se definitivas: pé-direito alto, interior banco, expositores cúbicos brancos, iluminação teatral e a presença de diversos painéis com vídeos projetados. A comunicação visual da fachada marca pela simplicidade e destaca o número do ponto em letras maiores e vermelhas, bem como o nome da rua, o nome SCHUTZ e o “rótulo” temporary store. Sucesso de público, o lançamento de cada uma das unidades primou por um forte trabalho de promoção com formadores de opinião, socialites ou blogueiras, mostrando a abertura ao novo e ao diferente. Essa experiência explicitada por Alexandre rendeu ainda outro fruto: a marca Alexandre Birman, voltada ao luxo e ao diferenciado, possui representante em Fortaleza e já conta até com fala no cinema e presença nas lojas de departamento americanas (com previsão para viajar também às vitrines européias), provando que embora custe ousar, esse é o caminho aprendido com a Arezzo e a Schutz. Afirma sabiamente que empresa familiar só vale a pena com estudo, trabalho e talentos reais, não por afinidades consanguíneas. Na totalidade, a apresentação demonstrou a coerência de um trabalho empresarial de equipe, sincronizado com o presente, aberto ao futuro e às mudanças que o acompanham.
Fim de tarde e Glória Coelho chega acompanhada com um de seus assistentes, este responsável pela criação da marca Carlota Joaquina. Pudemos ver a jovialidade em duas vertentes: na figura de Diego e no humor e descontração de Glória. Ela começou de uma maneira convencional, apresentando o trabalho diário e contínuo de uma marca para materializar criações: processo criativo, tabelas, fórmulas e cronogramas. Auxiliada na apresentação por Diego, afirmou ser esse o trabalho encomendado e realizado por uma consultoria, e experimentado coleção após coleção, até atingir um patamar de afinação necessária para reverter lucros e agradar clientes. Entre palavras e fórmulas, dá conselhos que pode até desorientar alguns desavisados, mas para um ouvinte mais atento diz por entrelinhas: só faça se realmente amar e souber que o caminho pode ter receitas, mas não é tão fácil. Afirma que teme pela carreira de seu filho, que cria moda desde os doze anos, mas acredita também que ele esteja nesse caminho porque realmente gosta o ofício. E entre conselhos, opiniões, críticas (depõe claramente contra a alta quantidade de impostos sobretaxando as máquinas do parque industrial brasileiro, desfavorecendo as confecções e o desenvolvimento da qualidade dos produtos) e sérias brincadeiras (adepta confessa da astrologia e de conhecimentos cabalísticos e filosóficos), Glória também nos regala com o conteúdo de seu último desfile, claro, limpo e com influências declaradas no design de automóveis, parceria realizada com a empresa BMW, que colocou um veículo na passarela. Plissados, volumes e plumagens fazem referências às formas automobilísticas e arquitetônicas, fractais e pássaros. Fã declarada de Paul Poiret e Madeleine Vionnet, Glória demonstra familiaridade e talento com a modelagem e declara que mesmo que não se conte com uma boa modelista, deve-se investir na formação desta, ensinando e aprendendo. Percebe-se uma fase de RENASCIMENTO em sua trajetória, fortalecida por um desfile propositalmente branco (na idéia de que o somatório das cores, o branco, consumiria menos energia do planeta) com toques ousados de calçados exclusivos que comunicam uma vontade de conexão com a atualidade dos avatares: uma capa em cor vestindo a real forma do sapato escolhido. Com o conselho de que só se comunica com uma autoconfiança desenvolvida, Glória Coelho anuncia seus próximos movimentos voltados para a exposição do acervo com peças de desfiles posteriores, cuidadosamente colecionados e a publicação de um livro contando sua carreira.
Com o desejo de que o MaxiModa continue sua missão de trazer anualmente informações que alimentem a cadeia produtiva da moda, fica a mensagem de que o evento apresenta clara maturidade e ajuste na programação e na escolha dos nomes e das marcas, unindo na platéia uma diversidade de profissionais de moda, publicidade, jornalismo, educação, empresários e representantes de instituições que apóiam e desenvolvem o setor.

Equivalências do Novo Currículo


Bom, eu estava com muitas dúvidas sobre as equivalências das cadeiras, agora que o curso deixará de ser Estilismo e Moda, para ser Design de Moda.
Essa tabela me ajudou muito a tirar minhas dúvidas sobre o tempo que vou demorar pra me formar e quais cadeiras a mais vou precisar fazer.
Espero ser útil pra vocês também!

Semestre 1

Currículo Novo
Currículo Antigo
Introdução ao Estudo de Moda
Criação de Moda I
Antropologia Cultural
Antropologia Cultural
Fundamentos do Design
Estudo da Forma e da Cor
Modelagem Tridimensional
Modelagem Tridimensional
Equipamentos e Materiais de Confecção
Técnicas de Montagem I
Fibras e Fios
Tecnologia Têxtil

Semestre 2

Currículo Novo
Currículo Antigo
Teoria de Moda
Pesquisa de Moda I
Indumentária Antiga e Medieval
História da Indumentária I
Desenho da Figura Humana
Desenho de Modelo Vivo I
Processos Criativos
Criação de Moda I
Modelagem Plana Feminina
Modelagem Plana Básica

Semestre 3
Currículo Novo
Currículo Antigo
Indumentária Moderna e Contemporânea
História da Indumentária II
Construção de tecidos têxteis
Padronagem
Técnicas de Montagem Industrial
Técnicas de Montagem II
Desenho Técnico de Moda
Representação Plana
Modelagem Plana Masculina
Modelagem Plana Masculina e Infantil

Semestre 4
Currículo Novo
Currículo Antigo
Moda, Comportamento e Cultura
Cultura Brasileira
Fundamentos da Computação Gráfica
Introdução à Computação
Metodologia Projetual
Criação de Moda II
Desenho de Moda
Desenho de Moda
Modelagem e Montagem de Malhas
Técnicas de Montagem II

Semestre 5
Currículo Novo
Currículo Antigo
Projeto de Pesquisa de Moda
Pesquisa de Moda I
Desenho Informatizado
Computação Aplicada à Moda
Modelagem Informatizada
Computação Aplicada à Moda
Desenvolvimento de Produto Comercial
Planejamento de Coleções
Tecnologia da Confecção
Tecnologia da Confecção
Ergonomia de Produto
-

Semestre 6
Currículo Novo
Currículo Antigo
Pesquisa em Moda
Pesquisa de Moda II
Desenvolvimento de Objeto - Conceitual
Criação de Moda III
Comunicação de Moda
Teoria da Comunicação I
Marketing de Moda
Marketing de Moda
Comportamento Emp. e Novos Negócios
Empreendedorismo (Opt.)

Semestre 7
Currículo Novo
Currículo Antigo
TCC – Desenvolvimento de Produto
Projeto de Graduação
Produção de Moda
Produção de Moda
Optativas
***

Semestre 8
Currículo Novo
Currículo Antigo
TCC – Estudo Monografico
Projeto de Graduação
Optativas
***
sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O estilo JEANS de ser.



O bom de ser estilista de jeans é poder enlouquecer buscando sempre novas maneiras criativas e diferentes de se mostrar o mesmo material!

O desafio maior é quando as peças vão para as facções.. Vale ressaltar que manter a qualidade e garantir que as costureiras leiam a ficha técnica com cuidado e dedicação são outros quinhentos. O truque é fazer uma boa piloto e ter uma supervisão firme em todas as etapas da peça, da criação até o acabamento.

Eu adoro! E você? Qual a sua área preferida??







Fotos: Mário Sorrenti

Modelo: Georgia Jagger

Marca: HUDSON JEANS
quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Happy Hour do Estilismo e Moda #2

Cá estão algumas fotos do 1º Happy Hour da Moda, só pra deixar vocês com muita vontade de ir pra segunda edição do Happy Hour mais badalado da Universidade Federal do Ceará. Beijos!




Muita gente bonita...



Paredão do sucesso!



Garotas da cantada




Garotas do beijo


Barraca melhor do Brasil...





Te vejo lá!

Superfeminilidade

Womanly ou ladylike, esse é o nome da tendência mais fofa e doce da temporada. Explorando a feminilidade ao extremo a tendência trás de volta o jeito meigo da mulher se vestir. Bom gosto e ponderação são essenciais para a produção dos looks, porque afinal, é tanta coisa linda que dá vontade de sair vestindo tudo junto de uma vez só.

Laços, rendas, babados, cores neutras, tons pastéis, muita cintura marcada, cintura alta, florais e peças fluidas.

Confiram um apanhado de looks que catei internet à fora.
 Fotos reprodução:







____________________________________________________________________________________________________________________-
Fotos do catálogo da Marisa:


 


terça-feira, 17 de agosto de 2010

Happy Hour do Estilismo e Moda



Vai ser no estacionamento da Ec. Doméstica, dia 20/08 a partir das 18h.
Vai ter Touro Mecânico, concurso da Rainha e Rei do Gado, Paredão com os hits atuais e o "Momento: O melhor do Sertanejo", Skoooool GELADA no Berrante, Cantada Sertaneja, Correio Country...
Ou seja,

SEGUUUUUUUURA PEÃÃÃO!




domingo, 15 de agosto de 2010

Le Mercure Galant



Vogue? ELLE? Não! A primeira revista de moda foi Le Mercure Galant, criada em 1670, no reinado de Luís XIV pelo primeiro jornalista de moda Donneau de Visé, que teve visão para criar alguns novos mecanismos para o sistema de moda que tinha sido recentemente criado pelo seu Rei Sol.

Para muitos ficarem chocados as indústrias da publicidade, das grandes marcas e das celebridades não foram criadas no séc. XX, mas no séc. XVII por Donneau de Visé. Tudo feito para alimentar o mercado de moda e a paixão de suas primeiras escravas e escravos, já que na época moda também era assunto de homem. A revista continha notas explicando exatamente como seguir a moda francesa e colocando notas das principais butiques que poderiam produzir obras de arte exatamente como as que desfilavam nos ambientes de Versalhes. Além disso divulgavam a moda da estação ao fazer propaganda com as principais celebridades lançadoras de tendências, claro que todas eram membros da corte.



Outro aspecto interessante é que mesmo devido ao alto custo, a revista sabendo da influencia que teria sobre suas leitoras, também lançou os primeiros recursos visuais de moda em uma revista. Tudo para melhor explicar a elegância francesa como todo o seu estilo de vida, afim de que suas leitoras, principalmente as estrangeiras, não parecessem patinhos feios ao não seguir as tendências da capital da moda. No início esses recursos duraram pouco tempo devido ao custo ainda muito alto, mas alguns anos depois, quando já era mais acessível voltou com toda força e lançou grandes ilustradores da época, como Jean Dieu de Saint-Jean e os irmãos Bonnart.